Produção e composição morfológica do capim-tanzânia sob pastejo com e sem irrigação

Autores

  • Celso Eduardo da Silva Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Melhoramento Genético e Nutrição Animal, Botucatu, SP
  • Patrícia Menezes Santos Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Centro de Pesquisa de Pecuária do Sudeste, São Carlos, SP
  • Ciniro Costa Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Melhoramento Genético e Nutrição Animal, Botucatu, SP
  • Paulo Roberto de Lima Meirelles Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Centro de Pesquisa Agroflorestal do Amapá, Macapá, AP
  • Benedito Aparecido da Silva Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Centro de Pesquisa de Pecuária do Sudeste, São Carlos, SP
  • Marco Aurélio Factori Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Melhoramento Genético e Nutrição Animal, Botucatu, SP

Palavras-chave:

pastejo rotacionado, taxa de acúmulo, massa de forragem

Resumo

O objetivo desse experimento foi avaliar a produtividade do Panicum maximum cv. Tanzânia sob pastejo de lotação rotacionada com e sem irrigação. O experimento foi conduzido na Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos/SP no período de dezembro de 2003 a janeiro de 2005. Foi utilizada uma área de 6ha, sendo metade irrigada por aspersão convencional, pastejadas por vacas em lactação da raça holandesa, em sistema de pastejo rotacionado, com um dia de ocupação e vinte e sete dias de descanso. A produtividade do pasto foi avaliada por meio das variáveis: massa de forragem antes e após o pastejo, taxa de acúmulo e estrutura da forragem. Para o resíduo pós-pastejo total e de folhas não houve efeito significativo de ciclos de pastejo, tratamento e a interação ciclo de pastejo x tratamento. De modo geral, a massa de forragem total antes do pastejo e a massa de haste tanto antes quanto após o pastejo foram mais elevadas no período de verão/outono e mais baixas durante o inverno/primavera. A taxa de acúmulo de forragem foi mais elevada na primavera/verão e mais baixa no outono/inverno. A taxa de acúmulo de hastes foi elevada em fevereiro/04 e janeiro/05. O delineamento utilizado foi um modelo de medidas repetidas no tempo com o auxílio do pacote estatístico SAS (2001). O tratamento irrigado propiciou uma produção maior de forragem, com destaque para o período verão inverno e no período primavera verão, onde houve uma antecipação do crescimento da massa de forragem em relação ao tratamento sem irrigação.

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Publicado

22-04-2007

Edição

Seção

FORRAGICULTURA E PASTAGENS

Como Citar

Produção e composição morfológica do capim-tanzânia sob pastejo com e sem irrigação. (2007). Boletim De Indústria Animal, 64(4), 321-328. http://bia.iz.sp.gov.br/index.php/bia/article/view/1222

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