Regionalização de acessos de soja-perene para o estado de São Paulo. III. Nova Odessa

Autores/as

  • Odete Maria Aparecida Angeli Ghisi Instituto de Zootecnia, Divisão de Nutrição Animal e Pastagens, Seção de Agronomia de Plantas Forrageiras, Nova Odessa, SP
  • Ana Regina Pimentel de Almeida Instituto de Zootecnia, Divisão de Nutrição Animal e Pastagens, Seção de Agronomia de Plantas Forrageiras, Nova Odessa, SP
  • Maria Josefa Fernandes Instituto de Zootecnia, Divisão de Nutrição Animal e Pastagens, Seção de Nutrição de Plantas Forrageiras, Nova Odessa, SP

Palabras clave:

Neonotonia wightii, cultivares, avaliação agronômica, regionalização

Resumen

O experimento foi realizado no Instituto de Zootecnia em Nova Odessa, SP, a 550 metros de altitude, 22°42€™ latitude Sul e 47°18€™ longitude Oeste. O clima da região é tropical de altitude, com inverno seco e verão quente (CWa na classificação de Kõeppen), apresentando, no mês mais frio do ano, temperatura média inferior a 18°C. O solo do local foi classificado como Podzólico Vermelho-Amarelo, variação Laras. O objetivo do trabalho foi avaliar dez acessos de Neonotonia wightii (Wight & Aro) Lackey (soja-perene), nas condições edafoclimáticas de Nova Odessa, visando opções de novos cultivares para esta localidade e regiões afins. Após a incorporação ao solo de 2.000kg de calcário dolomítico por hectare, os acessos foram testados sob dois níveis de adubação A1 = adubação menor e A2 = adubação maior. Os resultados mostraram que a soja-perene se adapta bem às condições edafoclimáticas de Nova Odessa e que a adubação exerceu influência na produção anual de matéria seca, não o tendo feito na de proteína bruta. Os acessos que tiveram produções anual e de €œinverno€ acima de 7,0/0,7 t de MS por hectare, respectivamente, foram: em A1- 250/cvs Tinaroo e Malawi, e em A2- cv. Cooper/NO409 e cv. Malawi.

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Publicado

2014-01-14

Número

Sección

FORRAGICULTURA E PASTAGENS

Cómo citar

Regionalização de acessos de soja-perene para o estado de São Paulo. III. Nova Odessa. (2014). Boletín De Industria Animal, 51(2), 143-148. http://bia.iz.sp.gov.br/index.php/bia/article/view/804

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